segunda-feira, julho 31, 2006

eu
mudo



– escute –
ainda estou
aqui

& meu sangue
,pouco
há de ser
frágil
instante
quando souber
-es)
de mim
essa dor
esse amor
essa perda
(-en
fim

6 comentários:

tb disse...

saber de ti nunca será uma perda...
Beijo

CeciLia disse...

Mudez prenúncio de mudança.
Tempo, têmpera, temporais.
Não há fragilidade
que o quente do sangue
enfim, não derreta.

Submeta-se, poeta,
submeta-se.

Abraço

Claudio Eugenio Luz disse...

Jamais há de ser uma perda.

grande abraços

Vássia disse...

eu muda no instante da perda do amor - escute: ainda há o sangue rompendo o silêncio das veias.

m.t. disse...

Da areia que escorre em meus dedos,
o tempo ignora
imploro
que o tomes de mim
joga a areia nos olhos desse senhor que nos quer tirar a vida
porque eu ainda não quero ir embora
nem ir para longe de ti

- vem, vambora!
nosso caminho seguir -

[não fugir
mas
de fato
nos encontrar]

Cláudio B. Carlos (CC) disse...

Oi!
Abraços do *CC*