domingo, julho 08, 2007



rastreio para dentro do silêncio
eis as sobras prescritas do que julguei felicidade
frágil amor a morrer minusculamente
vazio
ocupando ossos
peles músculos entranhas
perturbando a ordem medíocre
deste mundo por mim erguido
cercado da tua ausência
por todos os lados



“amo somente um vazio e me acalmo danando”

angela ro ro

5 comentários:

Rubens da Cunha disse...

Ilhei-me em teu poema

Carla Martins disse...

gostei do poema, assim como dos outros que li, concerteza voltarei...votos de bom fim de semana

tb disse...

Gosto de pasar por aqui, poeta e de te ler assim...
Beijos saudosos

residente disse...

A população de uma rua da cidade de Almada está indignada com a falta de ética política e desrespeito a compromissos assumidos por alguns autarcas, nomeadamente a Presidente da CMAlmada, que não querem respeitar uma decisão democrática do Governo, a favor dos residentes locais.
Aceda a http://triangulodaramalha.blogspot.com e veja as razões dos moradores.
A imprensa escrita não divulga actualmente esta atitude antidemocrática da Presidente da Câmara e seus acompanhantes.

Flávio Otávio Ferreira disse...

Gostei do texto...é incrivel como a ausência nos cerca, deixando-nos em estado de sítio e ainda numa angustiante dúvida de até quando irá durar!