sábado, novembro 25, 2006

qual prece que deus algum escuta,
minha lucidez preserva
o desespero
dos entardeceres de outono

3 comentários:

Vássia Silveira disse...

Douglas, adorei. Me fez lembrar do crepúsculo que, para mim, não dá para ser lido como o pôr-do-sol...Sempre acho que é um átimo de loucura pintado, por alguns segundos, nas tonalidades indecifráveis do fim.

Sol disse...

Em verdade para mim, a lucidez preserva o desespero de todos os entardeceres desta vida.

Fernando Rozano disse...

Douglas, um mergulho de pura lucidez. Excelente, e denso. Como os outros que li logo abaixo. Tua escrira está cada vez mais sensível e direta. Gosto. E me descubro.