terça-feira, fevereiro 01, 2011


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invejo deus

porque a ele não pertence a morte

matéria imprecisa que é

só a nós,

que na fundura do momento

nos sabemos

vagantes

desatinos

maldizeres

solidão

2 comentários:

augustoldesser disse...

Douglas. Dessa vez morri mesmo, para sempre. Mas entre nós desimporta vez que respiro em suas fotografias. Amo você.

Maeles Geisler disse...

resta-me agora o silêncio. A saber que seu poema invade minha fala.

abraços
maeles