terça-feira, julho 22, 2008



ao rubens da cunha



colo sob as pálpebras
a cidade que não me reconhece

perdidas em memórias
suas casas paralelepípedos e praças

vivem em quimeras
a criança que em mim não sei mais

5 comentários:

CeciLia disse...

A criança em ti
joga palavras
toca palavras
amanhece e anoitece:
palavras.

Tão lindas...

Fernando Rozano disse...

amadurece sem perder a infãncia. abraços, Douglas.

Rubens da Cunha disse...

obrigado pela surpresa e presente.
não mereço tanto.
abraços

monomaníaco disse...

Poemas sobre a cidade são bons quando íntimos e sempre verdadeiros quando íntimos. É um tema corrente em mim também.


Pois então Douglas! Sobre o artigo no monomanníaco, Acho que agente tem o dever de informar a alguém: "você não sabe o que está dizendo!".
Pelo menos como incentivo ao outro para que deseje saber mais.
Mas apenas quando acharmos relevante faze-lo. A temas por aí que não dá vontade nem mesmo de detonar por detonar, mesmo sendo absurdamente ruim.
É isso.
Abraços, e vamos nos falando.

Cláudio B. Carlos (CC) disse...

Douglas!

Belo poema.

Grande abraço,

*CC*