segunda-feira, abril 25, 2011


tenho rios enfurecidos
sob pálpebras que escapam aos sonhos

tenho pássaros assentados
a desmemórias famintas de sol

sobrevivo,
costurado ao tempo
que me rumina os ossos

3 comentários:

CeciLia disse...

Eu também, Poeta. Eu também.

Boa semana.

Maeles Geisler disse...

tens essa palavra rara que lateja em teus versos.

saudades daqui...
abraços
maeles

dani carrara disse...

e ele olhou tanto tanto
que virou pó em cima do telhado, na fotografia

(desexistiu)