
era sombra
resquício de horizonte esmigalhando a noite
acuado nas retinas do medo
era grito
tumor latejando sonhos desfeitos
emparedados às margens do amanhã
era homem
homem era
resquício de horizonte esmigalhando a noite
acuado nas retinas do medo
era grito
tumor latejando sonhos desfeitos
emparedados às margens do amanhã
era homem
homem era
4 comentários:
na alma do medo descobri as margens da manhã, e nelas o medo sem alma, a noite era o horizonte sem a sua linha. abraços.
O amanhã...manhã.Estive fora. Voltei. Visite-me.Abraço Grande.E como sempre, maravilhoso.
os seus poemas sao como maos que se aproximam suaves e queimam quando encostam...
um beijo
o
peso
da
humanidade...
Abraço
Postar um comentário